Então… esse post é pra flor do deserto brasiliense. Se ela nao entende inglês, taí o desenho:
Tree Hugger – Antsy Pants
Chorus:
The flower said
“i wish i was a tree”
The tree said
“i wish i could be
A different kind of tree
The cat wished that it was a bee
The turtle wished that it could fly
Really high into the sky
Over rooftops and then dive
Deep into the sea
And in the sea there is a fish
A fish that has a secret wish
A wish to be a big cactus
With a pink flower on it
And in the sea there is a fish
A fish that has a secret wish
A wish to be a big cactus
With a pink flower on it
And the flower
Would be its offering
Of love to the desert
And the desert
So dry and lonely
That the creatures all
Appreciate the effort
Et le jackalope a dit
Je voudrais être un yeti
Pour voler dans la nuit
Et m’en aller loin d’ici
Mais le yeti a dit
Je voudrais être un monstre marin
Pour pouvoir rentrer dans la mer
De tous les requins.
And the rattlesnake said
I wish i had hands so
I could hug you like a man
And then the cactus said
Don’t you understand
My skin is covered
With sharp spikes
That’ll stab you
Like a thousand knives
A hug would be nice
But hug my flower
With your eyes
(chorus)
(repete 1 estrofe)
And the flower
Would be its offering
Of love to the desert
And the desert
So dry and lonely
That the creatures all
Appreciate the effort
Sobre a filosofia, a ciência e outras formas de eliminação do corpo:
Supondo que essa vontade encarnada de contradição e antinatureza seja levada a filosofar, onde descarregará seu arbítrio mais íntimo? Naquilo que é experimentado do modo mais seguro como verdadeiro, como real: buscará o erro precisamente ali onde o autêntico instinto de vida situa incondicionalmente a verdade. Fará, por exemplo, como os ascetas da filosofia vedanta, rebaixando a corporalidade a uma ilusão, assim como a dor, a multiplicidade, toda a oposição conceitual de “sujeito” e “objeto” – erros, nada senão erros! Recusar a crença em seu Eu, negar a si mesmo sua “realidade” – que triunfo! – não mais apenas sobre os sentidos, sobre a evidência, mas uma espécie bem mais elevada de triunfo, uma violentação e uma crueldade contra a razão: volúpia que atinge seu cume quanto o autodesprezo, o auto-escárnio ascético da razão decreta: “existe um reino da verdade e do ser, mas precisamente a razão é excluída dele!…”. (Dito de passagem: mesmo no conceito kantiano de “caráter inteligível das coisas” resta ainda algo desta lasciva desarmonia de ascetas, que adora voltar a razão contra a razão: pois “caráter inteligível” significa, em Kant, um modo de constituição das coisas, do qual o intelecto compreende apenas que é, para o intelecto, absolutamente incompreensível.) – Devemos afinal, como homens do conhecimento, ser gratos a tais resolutas inversões das perspectivas e valorações costumeiras, com que o espírito, de modo aparentemente sacrílego e inútil, enfureceu-se consigo mesmo por tanto tempo: ver assim diferente, quererver assim diferente, é uma grande disciplina e preparação do intelecto para a sua futura “objetividade” – a qual não é entendida como “observação desinteressada” (um absurdo sem sentido), mas como a faculdade de ter seu pró e seu contra sob controle e deles poder dispor: de modo a saber utilizar em prol do conhecimento a diversidade de perspectivas e interpretações afetivas. De agora em diante, senhores filósofos, guardemo-nos bem contra a antiga, perigosa fábula conceitual que estabelece um “puro sujeito do conhecimento, isento de vontade, alheio ã dor e ao tempo”, guardemo-nos dos tentáculos de conceitos contraditórios como “razão pura”, “espiritualidade absoluta”, “conhecimento em si”; – tudo isso pede que se imagine um olho que não pode absolutamente ser imaginado, um olho voltado para nenhuma direção, no qual as forças ativas e interpretativas, as que fazem com que ver seja ver-algo, devem estar imobilizadas, ausentes; exige-se do olho, portanto, algo absurdo e sem sentido. Existe apenas uma visão perspectiva, apenas um “conhecer” perspectivo; e quanto mais afetos permitirmos falar sobre uma coisa, quanto mais olhos, diferentes olhos, soubermos utilizar para essa coisa, tanto mais completo será nosso “conceito”18 dela, nossa “objetividade”. Mas eliminar a vontade inteiramente, suspender os afetos todos sem exceção, supondo que o conseguíssemos: como? – não seria castraro intelecto?…
NIetzsche,F. Genealogia da Moral: Terceira dissertação-12
Numa visão mais larga, feita agora sob o ponto de vista etnológico, podemos classificar os artigos preciosos do Kula entre os diversos objetos “cerimoniais” que representam riqueza: enormes armas esculpidas e decoradas; implementos que representam riqueza: implementos de pedra; artigos para uso doméstico e industrial, ricamente ornamentados e incômodos demais para serem usados normalmente. Esses objetos todos são chamados “cerimoniais”, mas a palavra parece cobrir um grande número de significados e “incluir” muita coisa que não tem significado nenhum. Na verdade um objeto é freqüentemente designado como “cerimonial”, especialmente em exibições de museus, simplesmente porque seu uso e natureza são desconhecidos. Quanto às exposições nos museus de objetos da Nova Guiné, posso dizer que muitos dos chamados “objetos cerimoniais” não passam de objetos de uso comum, mas excessivamene elaborados; a preciosidade do material com que foram feitos e a quantidade de trabalho despendida em fabricá-los são os fatores que os transformaram em reservatórios de valor econômico condensado. Outros objetos há que são usados em ocasiões festivas, mas não têm qualquer função nos ritos e cerimônias, servindo tão somente como enfeites ou decoração; a eses podemos dar o nome de “objetos de parada”(cf. cap. VI, seção !). Há, finalmente, certos artigos que realmente são usados como instrumentos de rituais mágicos ou religiosos e pertencem ao conjuntode apetrechos intrínsecos a essas cerimônias. Esses são os únicos objetos a que poderíamos chamar claramente de “cerimoniais”. Durante os festejos So’i, que se realizam entre os massim do sul, as mulheres, carregando machados de lâminas polidas e cabos finalmente esculpidos, acompanham, com passos rítmicos, ao som dos tambores, a entrada dos porcos e das mudas de mangueira na aldeia. Como isso faz parte da cerimônia e os machados são acessórios indispensáveis, seu uso nessa ocasião pode ser legitimamente chamado “cerimonial”. Nalguns rituais das ilhas Trobriand, o towosi (feiticeiro agrícola) tem de carregar sobre o ombro um machado, com o qual ele golpeia “ritualmente”as estruturas chamadas kamkokola.
“Não sinto mais falta de nada aprendi a viver da falta que você me faz.
Agora até mesmo quando bebo água a magoa dessa sede é o que me satisfaz.” (Makely Ka)
Nem preciso escrever uma crônica sobre as palhaçadas da Rede Globo contra o Sport, mas não somos passivos e vamos protestar sempre!!! abaixo algumas fotos que tiramos (eu e drug dilan) ao lado do carro da globo com um cartazinho em papel A4, que peguei de um outro brother o ricardo brazileiro. Foi uma bela hackeada tirar as fotos ao lado da van e eles nem perceberem oq tava rolando, ATIVISMO SEMPRE…e sorria!!! abaixo um vídeozinho com uma matéria de tino marcos em 89 no jogo sport X grêmio na final da copa do brasil, É REVOLTANTE ver como a GLOBO torceu discarademnte pelo Grêmio.!!!
Vou fazer um Feng-shui em mim mesmo:
Começarei tirando os carrapatos do todo e o vermelho das bochechas. Bochechas não servem para a vergonha.
Vou tirar a inteligência do pau e o colocarei na cabeça. A cabeça servirá de abajur, apenas me dará verdades a seguir. Ótimo lembrete: Comprar meia dúzia de verdades e espalhe pelo corpo inteiro.
Nos pés vc deve manter as frieiras, elas vão servir de hobby, enquanto isso, o pau serve de playground.
O cabelo deve ser auto sustentavel… a natureza sabe se virar.
A dor de cutuvelo não deve apontar para o norte, colocarei no banheiro, na fossa!
Tirar as marcas de carpinteiro da mão e a idéia de que vc é Jesus Cristo da cabeça.
As roupa eu já tenho, um lindo macacão transcendente.
Tirarei todo o romantismo do coração e tacarei de volta a poesia concreta(sangrado/ de sangue a sangue).Lembrar que essa parte é muito importante, apesar do concreto a mobilia deve ser pós moderna. Colocar um lembrete: Nesse labirinto possui um minotauro! Tirar o excesso de bondade e trocar por malícia!!!
Em termos situacionistas, desaparecimento do artista é "a supressão e a realização da arte". Mas de onde nós desaparecemos? E algum dia seremos vistos ou ouvirão falar de nós outra vez? Iremos para Croatã: qual é o nosso destino? Toda a nossa arte consiste em uma mensagem de adeus para a história - "Fomos para Croatã" - mas onde é isso, e o que faremos lá?