Receita de tranquilidade

July 3, 2009 at 3:12 pm (Uncategorized)

Receita de Felicidade

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Ogum e Oxóssi

May 23, 2009 at 1:47 pm (Uncategorized) (, , , , )

Pra duas grandes amigas de São Jorge:

OXOSSI APRENDE COM OGUM A ARTE DA CAÇA

Oxossi é irmão de Ogum.
Ogum tem pelo irmão um afeto especial.
Num dia em que voltava da batalha,
Ogum encontrou o irmão temeroso e sem reação,
cercado de inimigos que já tinham destruído quase toda a aldeia
e que estavam prestes a atingir sua família e tomar suas terras.
Ogum vinha cansado de outra guerra, mas ficou irado e sedento de vingança.
Procurou dentro de si mais forças para continuar lutando e partiu na direção dos inimigos.
Com sua espada de ferro pelejou até o amanhecer.

Quando por fim venceu os invasores, sentou-se com o irmão e o tranqüilizou com sua proteção.
Sempre que houvesse necessidade ele iria até seu encontro para auxilia-lo.
Ogum então ensinou Oxossi a caçar, a abrir caminhos pela floresta e matas cerradas.
Oxossi aprendeu com o irmão a nobre arte da caça. Sem a qual a vida é muito mais difícil.
Ogum ensinou Oxossi a defender-se por si próprio e ensinou Oxossi a cuidar da sua gente.
Agora Ogum podia voltar tranqüilo para a guerra.
Ogum fez de Oxossi o provedor.
Oxossi é irmão de Ogum
Ogum é o grande guerreiro.
Oxossi é o Grande Caçador.

Fonte: Prandi, R. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

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D.Joaninha Griô

April 27, 2009 at 8:11 am (Uncategorized)

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January 5, 2009 at 8:57 am (Uncategorized)

Belo Belo (Manuel Bandeira)

Belo  belo minha bela

Tenho tudo que não quero
Não tenho nada que quero
Não quero óculos nem tosse
Nem obrigação de voto
Quero quero
Quero a solidão dos píncaros
A água da fonte escondida
A rosa que floresceu
Sobre a escarpa inacessível
A luz da primeira estrela
Piscando no lusco-fusco
Quero quero
Quero dar a volta ao mundo
Só num navio de vela
Quero rever Pernambuco
Quero ver Bagdá e Cusco
Quero quero
Quero o moreno de Estela
Quero a brancura de Elisa
Quero a saliva de Bela
Quero as sardas de Adalgisa
Quero quero tanta coisa
Belo belo
Mas basta de lero-lero
Vida noves fora zero.

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Masculinismo

December 16, 2008 at 6:58 am (Uncategorized) (, , )

3.
Abaixo o guarda-chuva preto. Não somos urubus.
Abaixo as exigências do paletó e da gravata.
Contra o relógio bolachão.
Pelo direito de mijar sentado.
Pelo respeito ao pudor masculino: mictórios privativos.
Pelo amparo aos pais solteiros e abandonados pelas mulheres amadas desalmadas: creches nos bares.
Queremos pensão por viuvez, auxílio alimentação e licença paternidade.
Não amamentamos, mas podemos trocar fraldinha.
Pela liberação da lágrima masculina.
Contra o fechamento do mercado de trabalho aos homens: queremos ser secretários, telefonistas, babás, etc.
Não queremos ser “chefes” de família nem regentes sexuais. Igualdade fora e em cima da cama.
Queremos trepar mais por baixo.
Queremos ser tirados pra dançar.
Queremos ser cantados e comidos.
Pelo nosso direito de dizer não sem grilos nem questionamentos da nossa masculinidade. (…)
Abaixo a máscara da fortaleza masculina. Queremos ter o direito de assumir nossas fragilidades.

[...]

http://www.interfaceg2g.org/node/240

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James Brown

December 14, 2008 at 8:18 pm (Uncategorized)

Ontem fui no baile da saudade,decidi entrar na internet pra tomar umas aulas.

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Waldick

November 19, 2008 at 11:15 pm (Uncategorized) (, , )

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Radios livres

November 19, 2008 at 10:30 am (Uncategorized) (, , , )

texto totalmente excelente da Flora, abaixo soh a conclusao:

A principal dificuldade que encontramos neste trabalho são os embaraços apresentados ao colocarmos em foco o porta-voz dos não-humanos, ou melhor, quem fala através dos não humanos, visto que estes não são nem objetos, nem fatos. Se pensarmos apenas, seguindo o exemplo do transmissor e do programador de radio, que os não humanos “aparecem como entidades novas que fazem falar aqueles que se reúnem em torno delas” (Latour 2004:128), a dificuldade ainda parece não cessar. O debate que deve ser colocado diz respeito a como Bruno Latour sugeriu em diversos artigos, a voz dos não humanos – Quem fala por eles? Porem, para esse breve artigo nos contentamos a imergir dentro do universo da Radiola e perceber que, nesse caso, a voz do não humano esta no ato defaze-lo capaz de agir e de agrupar o coletivo.

Também é importante chamar a atenção de que humano não se resumem a sujeitos e não humanos não se resumem a objetos. Conceitos como sujeito e objeto são entendidos neste trabalho como formas representativas de separação, incapazes de se reunirem. segundolatour(2004:142):

“a extensão do coletivo permite uma extensão bem diferente dos humanos e ao humanos exigida pela guerra fria entre os objetos e os sujeitos. Estes faziam um jogo de resultado nulo: tudo o que um perdia o outro ganhava e reciprocamente. Os humanos e os não humanos podem, quanto a eles,agregar-se sem exigir o desaparecimento do seu oposto.”

O estudo da Radiola nos faz enxergar a importância das associações, e mais do que isso, a importância dos humanos e nao-humanos na composição das mídias livres no pais. O estudo das Rádios Livres também aparece como uma forma de circunscrever as relações sociais que se configuram atualmente nas sociedades complexas.

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Nelson Gonçalves

October 9, 2008 at 7:04 pm (Uncategorized)

Vá embora, pois me resta o consolo e alegria
De saber que depois da boemia
É de mim que você gosta mais.

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O inato e o adquirido

October 8, 2008 at 5:03 pm (Uncategorized)

O costume é uma segunda natureza que destrói a primeira. Mas que cosa é a natureza, por  que não é o costume natural? Tenho muito medo que esta natureza não passe de um primeiro costume, como o costume é uma segunda natureza.

PASCAL citado por Lévi-Strauss em O olhar distanciado

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