Antropologia

September 5, 2009 at 11:31 am (Uncategorized)

Pergaminho do Mar Morto datado de 5000 A.C. encontrado em uma caverna da Cornualia, representando um antropólogo, posteriormente plagiado por Leonardo da Vinci no seculo XV. fonte: http://desciclo.pedia.ws/wiki/Antropologia

Pergaminho do Mar Morto datado de 5000 A.C. encontrado em uma caverna da Cornualia, representando um antropólogo, posteriormente plagiado por Leonardo da Vinci no seculo XV. fonte: http://desciclo.pedia.ws/wiki/Antropologia

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Carta a um Crítico Severo

September 3, 2009 at 7:12 pm (Uncategorized)

O Cyrano disponibilizou um trecho do livro conversações do Deleuze no blog dele. Muito bom dani, já fui correndo e dei uma roubada. Aí vai um treccho de aperitivo:

Você é encantador, inteligente, malevolente, quase ruim. Mais um esforço… afinal, a carta que você me manda, invocando ora o que se diz, ora o que você mesmo pensa, e os dois misturados, é uma espécie de júbilo pela minha suposta infelicidade. Por um lado, você diz que estou acuado, em todos os sentidos, na vida, no ensino, na política, que me tornei uma vedete imunda, que aliás isso não dura muito, e que não tenho saída. Por outro lado, você diz que eu sempre estive a reboque, que sugo o sangue e degusto os venenos de vocês, os verdadeiros experimentadores ou heróis, e que eu mesmo fico à margem, só observando e tirando proveito. Para mim não é nada disso. Já estou tão cheio de verdadeiros ou falsos esquizos que me converteria com prazer à paranóia. Viva a paranóia! O que você pretende me injetar com sua carta é um pouco de ressentimento (você está acuado, você está acuado, “confessa”…) e um pouco de má consciência (não tem vergonha, está a reboque…); se era só isso, não valia a pena me escrever. Você se vinga por ter feito um livro sobre mim. Sua carta está repleta de uma comiseração fingida e de uma real sede de vingança. (Deleuze)

o resto

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Rumeu e Julieta e a Origem do Estado

September 3, 2009 at 6:13 pm (Uncategorized)

Esse é um dos textos mais interessantes da antropologia política!! Seu trabalho relaciona Romeu e Julieta, uma obra que é famosa só um pouquinho(rs), e o nascimento do Estado, a partir, principalmente, da leitura de Machiavel.

Mais um ponto pro Viveiros de Castro, dessa vez, com ajuda de Ricardo Benzaquen!!!

Romeu e Julieta e o Nascimento do Estado – Viveiros de Castro

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Todos estão surdos – Nação e Chico cantam Robertão

August 12, 2009 at 10:48 am (Uncategorized) (, , )

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That’s Life – Frank Sinatra

July 29, 2009 at 11:10 am (Uncategorized)

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Receita de tranquilidade

July 3, 2009 at 3:12 pm (Uncategorized)

Receita de Felicidade

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Ogum e Oxóssi

May 23, 2009 at 1:47 pm (Uncategorized) (, , , , )

Pra duas grandes amigas de São Jorge:

OXOSSI APRENDE COM OGUM A ARTE DA CAÇA

Oxossi é irmão de Ogum.
Ogum tem pelo irmão um afeto especial.
Num dia em que voltava da batalha,
Ogum encontrou o irmão temeroso e sem reação,
cercado de inimigos que já tinham destruído quase toda a aldeia
e que estavam prestes a atingir sua família e tomar suas terras.
Ogum vinha cansado de outra guerra, mas ficou irado e sedento de vingança.
Procurou dentro de si mais forças para continuar lutando e partiu na direção dos inimigos.
Com sua espada de ferro pelejou até o amanhecer.

Quando por fim venceu os invasores, sentou-se com o irmão e o tranqüilizou com sua proteção.
Sempre que houvesse necessidade ele iria até seu encontro para auxilia-lo.
Ogum então ensinou Oxossi a caçar, a abrir caminhos pela floresta e matas cerradas.
Oxossi aprendeu com o irmão a nobre arte da caça. Sem a qual a vida é muito mais difícil.
Ogum ensinou Oxossi a defender-se por si próprio e ensinou Oxossi a cuidar da sua gente.
Agora Ogum podia voltar tranqüilo para a guerra.
Ogum fez de Oxossi o provedor.
Oxossi é irmão de Ogum
Ogum é o grande guerreiro.
Oxossi é o Grande Caçador.

Fonte: Prandi, R. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

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D.Joaninha Griô

April 27, 2009 at 8:11 am (Uncategorized)

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January 5, 2009 at 8:57 am (Uncategorized)

Belo Belo (Manuel Bandeira)

Belo  belo minha bela

Tenho tudo que não quero
Não tenho nada que quero
Não quero óculos nem tosse
Nem obrigação de voto
Quero quero
Quero a solidão dos píncaros
A água da fonte escondida
A rosa que floresceu
Sobre a escarpa inacessível
A luz da primeira estrela
Piscando no lusco-fusco
Quero quero
Quero dar a volta ao mundo
Só num navio de vela
Quero rever Pernambuco
Quero ver Bagdá e Cusco
Quero quero
Quero o moreno de Estela
Quero a brancura de Elisa
Quero a saliva de Bela
Quero as sardas de Adalgisa
Quero quero tanta coisa
Belo belo
Mas basta de lero-lero
Vida noves fora zero.

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Masculinismo

December 16, 2008 at 6:58 am (Uncategorized) (, , )

3.
Abaixo o guarda-chuva preto. Não somos urubus.
Abaixo as exigências do paletó e da gravata.
Contra o relógio bolachão.
Pelo direito de mijar sentado.
Pelo respeito ao pudor masculino: mictórios privativos.
Pelo amparo aos pais solteiros e abandonados pelas mulheres amadas desalmadas: creches nos bares.
Queremos pensão por viuvez, auxílio alimentação e licença paternidade.
Não amamentamos, mas podemos trocar fraldinha.
Pela liberação da lágrima masculina.
Contra o fechamento do mercado de trabalho aos homens: queremos ser secretários, telefonistas, babás, etc.
Não queremos ser “chefes” de família nem regentes sexuais. Igualdade fora e em cima da cama.
Queremos trepar mais por baixo.
Queremos ser tirados pra dançar.
Queremos ser cantados e comidos.
Pelo nosso direito de dizer não sem grilos nem questionamentos da nossa masculinidade. (…)
Abaixo a máscara da fortaleza masculina. Queremos ter o direito de assumir nossas fragilidades.

[...]

http://www.interfaceg2g.org/node/240

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